Rebrand ou Redesign?

Descubra quando é o momento certo para cada ação.


Ter uma marca a anos no mercado é sinônimo de sucesso e competência, afinal com as constantes mudanças do mercado não são poucas as dificuldades que precisam ser vencidas no dia a dia.



Mas, para se manterem ativas e relevantes, as marcas precisam conseguir se adaptar, aprender e evoluir para atender os desejos de seu público, mas principalmente para poder explorar as novas oportunidades que vão surgindo ao longo do tempo.


E duas ferramentas indispensáveis nesse processo de evolução são o Redesign e o Rebrand.


Redesign é reformular, refazer, reaplicar e redesenhar o design de algo, que pode ser um produto, uma embalagem, ou até mesmo uma marca.


O redesign de uma marca é responsável por mudar toda a identidade visual da mesma, com isso, padrões de cores, tipografia e ícones sofrem alterações, e pode ser algo sutil ou mais radical, dependendo dos objetivos e metas daquela empresa.


Já o rebrand é o conjunto de ações estratégicas que visam a modificar o posicionamento de uma marca.


O objetivo do rebrand é mudar a percepção do público com relação à marca, e esse reposicionamento da marca pode acontecer por inúmeros motivos como atingir um novo público-alvo, expandir os negócios para uma nova área de atuação ou mercado e até mesmo para reverter uma crise de imagem.


Por isso, as mudanças envolvem ações que visam uma percepção externa, (por exemplo, nome, logotipo, identidade visual e outros elementos), mas que refletem as transformações dos processos internos da marca.


Ou seja, o redesign deve ser utilizado quando se quer atualizar ou modernizar a marca, já o rebrand é usado quando é necessária uma transformação na marca.


Um exemplo simples de perceber essa diferença é com o Facebook:



Logos de 2005 a 2021


Ao longo dos anos a rede social teve varias atualizações, e conforme elas aconteciam a marca atualizava também a sua identidade visual, esse é um exemplo clássico de redesign.


No entanto, em outubro de 2021, o fundador do Facebook Mark Zuckerberg anunciou que a empresa passaria a se chamar Meta, uma holding que controlará Facebook, WhatsApp, Instagram, outras plataformas e projetos.



Esse é um exemplo de rebrand, que visa refletir a mudança da Marca que acontece tanto pelo crescimento da empresa, que agora possuí várias plataformas agregadas, quanto pelo posicionamento de mercado para exploração dos chamados Metaversos.


E em ambos os casos, é preciso destacar que modificar a percepção de um consumidor já acostumado com alguns padrões é algo que exige muito planejamento, inteligência de mercado e estratégia.


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